Por que profissionais de negócios buscam uma pós em IA aplicada a negócios
78% das empresas usam IA em 2025. Veja por que profissionais de negócios voltaram a estudar — e o que um pós em IA aplicada a negócios muda na prática.

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Em 2025, 78% das organizações usam IA em pelo menos uma função de negócio, segundo o State of AI da McKinsey. Eram 55% dois anos antes. O que mudou não é só a adoção. É o custo de não saber usar.
Gestores, analistas, líderes de marketing, operações e produto que acompanharam as primeiras ondas de IA de longe estão voltando para a sala de aula. A motivação não é curiosidade — é a percepção clara de que o gap entre quem sabe falar de IA e quem sabe aplicar já tem consequências de carreira.
Uma pós graduação em IA aplicada a negócios virou o caminho mais direto para quem quer sair da posição de observador.
O que mudou nos últimos 18 meses
A onda de IA entre 2018 e 2020 era sobre potencial. Havia promessa, havia investimento em P&D, havia pouco impacto no dia a dia de quem trabalha com gestão. O profissional de negócios podia aguardar com segurança.
A partir de 2023, esse cálculo começou a mudar. A IA generativa chegou às ferramentas cotidianas de trabalho. Em 2024, agentes autônomos começaram a executar tarefas complexas sem supervisão constante. Em 2025, 65% das organizações já usam IA generativa regularmente, número que dobrou em dois anos, segundo a mesma pesquisa da McKinsey.
A IA deixou de ser projeto do time de tecnologia. Passou a ser parte do trabalho de qualquer gerente, analista ou líder de área que queira tomar decisões mais rápidas, reduzir retrabalho e enxergar padrões que planilhas não revelam.
Os números que explicam o movimento
Dois conjuntos de dados explicam por que a demanda por formação cresceu de forma consistente.
Do lado do mercado de trabalho: 66% dos líderes não contratariam candidatos sem aptidão em IA, e 71% preferem candidatos menos experientes que dominam IA a candidatos experientes que não dominam, segundo o Índice de Tendências do Trabalho 2024 da Microsoft e LinkedIn. O mesmo relatório projeta que 70% das habilidades exigidas no mercado mudarão até 2030.
Do lado do desempenho: profissionais que integram IA generativa em trabalho analítico registram ganhos de 30% a 40% de produtividade, segundo dados da BCG (2024). Para lideranças, o ganho fica entre 20% e 30%.
O problema é que menos de um terço das empresas treinou ao menos 25% da força de trabalho em IA, segundo a McKinsey. A maioria chegou ao uso prático sem estrutura, e essa lacuna aparece nos entregáveis. O gap entre o que o mercado exige e o que a maioria dos profissionais sabe fazer criou uma janela real de diferenciação para quem decide se qualificar agora.
O gap que virou risco de carreira
Saber usar o ChatGPT não é o mesmo que saber aplicar IA a um problema de negócio.
O primeiro produz texto. O segundo constrói um fluxo automatizado que resolve um processo repetitivo, avalia qual modelo trata um problema de classificação de dados, traduz o resultado de um agente em recomendação para um comitê, quantifica o ganho e sabe quando não usar IA.
Essa distinção está no centro de por que profissionais estão buscando formação estruturada: não para aprender sobre IA, mas para trabalhar com ela de forma que mude o que entregam.
Quem já está entendendo IA como camada estrutural de produto e operação percebeu que a questão não é se vai usar IA no trabalho. É se vai usar com método ou por tentativa e erro.
A diferença aparece no prazo de entrega, na qualidade das decisões e na capacidade de explicar, para um cliente, um board, um time, o que foi feito e por que funcionou. Em contextos onde IA está no centro de uma decisão orçamentária ou de produto, essa clareza é o que separa quem lidera o processo de quem assiste.
O que um pós em IA aplicada a negócios entrega de diferente
Cursos introdutórios ensinam ferramentas. Uma especialização em IA aplicada a negócios conecta capacidade técnica a contexto real: gestão de operações, análise de dados para decisão, automação de processos, avaliação de ROI de iniciativas com IA.
Dois elementos fazem a diferença na prática: projeto real e currículo vivo.
1- Projeto real porque aprendizado que não passa pela execução não muda comportamento. É possível assistir 40 horas de aula sobre automação com agentes e não saber por onde começar no primeiro projeto. Executar um projeto com problema, restrições e critério de sucesso definidos muda isso.
2- Currículo vivo porque IA muda toda semana. Uma grade desatualizada no começo do programa está obsoleta antes do fim. As ferramentas que eram padrão no início de 2024 foram substituídas ou reformuladas antes do final do ano.
É a mesma transição que o mercado de produto viveu nos últimos anos: de gestores que administram features para builders que constroem soluções. Quem faz o movimento cedo consolida vantagem antes que o mercado iguale.
Próximo passo
A Tera lança, em parceria com a Sirius, a pós-graduação em IA para Negócios no dia 14 de maio. O programa tem 360 horas, certificado MEC, dois anos de masterclasses ao vivo e projeto real no portfólio — construído com ferramentas do mercado, sem necessidade de programação.
Quem entrar na lista VIP garante acesso antecipado à live de lançamento, condições exclusivas e bônus revelados durante o evento.
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AUTOR
Micaela Sousa
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