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Do analógico ao digital: Conheça a transformação de Paulo Cholla

Batemos um papo com Paulo Cholla, que participou do bootcamp de UX Design da Tera, que após a experiência migrou de área, saiu da sociedade de uma agência e foi atrás da sua realização profissional.

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Imagine o seguinte cenário: profissional estável no mercado, trabalhando na área criativa com demandas crescentes em projetos digitais. Aos poucos, vai percebendo uma necessidade cada vez maior de se especializar na área digital e entender, em profundidade, as práticas relevantes neste mercado. Se identificou? Este cenário é cada vez mais comum no Brasil: se por um lado a tecnologia evolui constante e rapidamente, por outro, o mercado carece de profissionais com habilidades para atuar com produtos digitais. Afinal, é possível a educação avançar no ritmo de disrupção da tecnologia? E, consequentemente, diminuir este buraco?

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Paulo Cholla é formado em design e trabalhava com projetos digitais em um escritório de branding, onde era sócio. No início, conta, ninguém do time gostava de trabalhar com demandas digitais salvo ele próprio e, por isso, acabou assumindo o controle dos projetos. Com o tempo, começou a perceber a necessidade de migrar totalmente para o mindset digital e de se aprofundar nos processos de criação de produtos digitais a partir das necessidades reais das pessoas: veio então idéia de procurar um curso que pudesse acelerar o seu desenvolvimento. Foi neste contexto que a história do Paulo e da Tera se cruzaram.

1. Migrando para o Digital

A migração foi bastante impactante. Já nos primeiros dias de Bootcamp, Paulo relata que percebeu uma tremenda diferença no formato das aulas, muito diferente da sua lembrança das aulas na universidade. Na Tera, a relação entre teoria e prática é fluida e constante, e todos sempre estão trabalhando em projetos reais. Aos poucos, durante a evolução dos projetos do Bootcamp, Paulo foi tendo insights de como poderia aproveitar o conteúdo das aulas em sua profissão.

“Percebi o quanto as ferramentas e metodologias que me foram apresentadas poderiam agregar mais nos projetos digitais que eu desenvolvia no meu trabalho”, conta. “Conforme transcorria o Bootcamp, fui mudando meu comportamento: consegui aplicar diversas ferramentas no meu trabalho, influenciei outras pessoas da empresa a trabalharem em projetos de UX e, aos poucos, fomos construindo o entendimento da importância de entender o usuário e criar personas para poder projetar novas soluções.”

É importante ter em mente que o caminho para passar do mindset analógico para o digital é difícil e exige esforço do aluno em reaprender alguns conceitos: “A Tera me ajudou a ver a diferença no mindset digital. Estar em contato com pessoas que já trabalham em empresa relacionadas a UX fez toda a diferença.” Durante as aulas, eram propostos desafios em cima de problemas reais de UX, facilitando o entendimento sobre a rotina de um designer de experiência do usuário: “Os experts, além de apresentarem o conteúdo, já traziam insights de como tal conteúdo se relacionava ao dia a dia da profissão“.

2. A jornada de Aprendizado

Uma das inovações no modelo de ensino da Tera é que, além do expert que conduz a aula e os projetos com os alunos, existe outro profissional da área no papel de facilitador, que acompanha de perto a experiência dos alunos e ajudam os experts no processo de aprendizagem; eles são o ponto de apoio dos alunos com instrutores e o time Tera em todos os momentos da jornada do Bootcamp. Falando sobre este assunto, Paulo retoma “os facilitadores são essenciais para o tipo de metodologia proposto pela Tera. Eles já trabalham na área e tem um excelente networking; conhecem muito bem tanto os alunos e suas qualidades como o mercado e as oportunidades existentes. Lembro que, quando terminei o Bootcamp, conversei muito com a Rafa [facilitadora de UX] e ela foi elementar para o meu processo de transição de carreira dando dicas de onde procurar vagas, como eu deveria me preparar para entrevistas e outras dicas importantes”.

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Sabemos que o caminho nem sempre é fácil, mas os resultados dos nossos alunos são muito satisfatórios: “Se não fosse a Tera, eu nunca teria migrado para UX/UI. Na verdade, acho que nem saberia o que é UX/UI.” A experiência de Bootcamp é pensada para fazer o aluno aprender a teoria, aplicar os conceitos e possivelmente facilitar uma transição profissional. “No início, eu não entendia direito a função da Rafa [Rafaela Calheiros, facilitadora do Bootcamp de UX Design]. Com o passar do tempo, comecei a entender como ela poderia nos auxiliar e, ao final da experiência, considero a atuação da Rafa essencial”.

3. Deixando a Zona de Conforto

Ao final da nossa conversa, procuramos entender qual a importância da Tera na trajetória profissional do Paulo: “Surgiu uma inquietação com a minha carreira, procurei opções no mercado e encontrei o Bootcamp da UX. No início, não havia a pretensão de trocar de carreira, mas a minha experiência na Tera foi tão fora da curva que não tinha mais como continuar no mesmo projeto e, por isso, resolvi migrar.”

Transformação

Sair da zona de conforto é uma tarefa que exige extrema dedicação. Explodir a zona de conforto, por sua vez, exige ainda mais força de vontade e determinação. E foi assim com o Paulo Cholla. Após a experiência no Bootcamp da Tera, ele viu a oportunidade de trocar de carreira e fazer ainda mais e melhor no campo profissional, seguindo sua paixão. Hoje, analisando sua trajetória, ele nos conta “meu maior desafio no novo trabalho será praticar tudo que aprendi no dia a dia do Bootcamp. Criar um alinhamento com a equipe e um entendimento dos nosso clientes; receber briefing, aprofundar conhecimentos, fazer pesquisa, colocar em prática metodologias de UX, decupar o problema, propor debrief, chegar numa solução e projetar uma interface”.

4. Hora de Agir

Nós acreditamos muito em histórias como a do Paulo e trabalhamos incansavelmente para que ela se repita muitas e muitas vezes. Queríamos saber, ao final da nossa conversa, qual foi a importância da experiência dele na Tera e o que ele gostaria de dizer para nossos futuros alunos, e ele é categórico: se você percebe uma dificuldade para migrar pro digital, é hora de agir. Ele avisa: “Faz o Bootcamp da Tera porque a gente aprende muita coisa boa, muita coisa de valor. São várias semanas de uma experiência incrível de aprendizado e imediatamente a gente começa a perceber o quanto tudo agrega para a nossa vida e o nosso trabalho”.

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Do analógico ao digital: Conheça a transformação de Paulo Cholla

by Bruno Johnson tempo de leitura: 4 min
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